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200 1 ^a<O >Senhor Walser e a floresta^fGonçalo M. Tavares^gposfácio Alberto Manguel^gdesenhos Rachel Caiano^grev. Anabela Prates Carvalho
210 ^aLisboa^cRelógio D'Água^d2018
215 ^a47, [7] p.^cil.;^d24 cm
225 2 ^aCadernos de Gonçalo M. Tavares^e<O >Bairro^v21
330 ^aO senhor Walser constrói a sua nova casa no meio da floresta. Está à espera de alguém e, felizmente, a campainha toca. «Como o senhor Walser está contente! No meio de arbustos, ervas selvagens e outras manifestações da natureza ainda em pleno e imprevisível trajeto de vida, eis que foi possível construir — por via de um sentido técnico especializado de que só a grande civilização é capaz — a casa simples, sem nada de luxuoso ou ostensivo, uma mera casa para viver, a de Walser, homem que se encontra, por enquanto, sozinho no mundo, mas que vê naquela construção finalmente terminada — quantos anos demorou?! tantos! — uma oportunidade para no fundo, sejamos sinceros, encontrar companhia.»
606 ^aLiteratura portuguesa^xContos^zSéc. 20-21
675 ^a821.134.3-34"19/20" Tavares, Gonçalo M.^vBN^zpor
700 1^aTavares,^bGonçalo M.,^f1970-
702 1^aManguel,^bAlberto,^f1948-^4075
702 1^aCaiano,^bRachel,^f1977-^4440
702 1^aCarvalho,^bAnabela Prates^4675
801 ^aPT^bBMVNC^c20200821^gRPC
859 ^uhttp://biblionet.biblioteca.cm-vncerveira.pt/BiblioNET/Upload/capas/L042201.jpg^zImagem de capa
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